quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Orgasmo - como descrevê-lo? - parte 2

Tendo havido estudos detalhados das reações físicas, tanto dos homens quanto das mulheres, durante o ato sexual, creio ser importante entender que, dos menores detalhes até  os orgasmos, as reações e as experiências subjetivas do prazer são paralelas nos dois sexos. As diferenças dignas de notas são que a mulher reage mais lentamente que o homem ao estímulo externo, e o orgasmo masculino é caracterizado pela ejaculação do líquido seminal no interior da vagina.     
A plena satisfação sexual é seguida de um estado de calma total. O corpo sente-se absolutamente sereno. Psicologicamente a pessoa sente completamente satisfeita, em paz com o mundo e com tudo o que há nele. A mulher, em particular, sente-se mais amorosa para com o companheiro que lhe proporcionou tanto gozo  e lhe deu esse arrebatamento de êxtase. Muitas vezes, ela deseja abraçá-lo durante algum tempo e permanecer um pouco mais ao "clarão" que vai se apagando. Sem dúvida, com esta descrição, podemos dizer que o orgasmo é um experiência singular, fortíssima. Não existe outra experiência fisiológica ou psicológica que se compare à sua intensidade extasiante ou ao tremendo prazer que proporciona.
Uma das perguntas que muitas mulheres fazem, é se podem ter mais de um orgasmo durante a relação. A resposta é sim. O corpo da mulher foi projetado por Deus para ser multiorgástico. Porém, para que a esposa desfrute desta plenitude, todos os fatores de amor e consideração devem estar presentes  e é imprescindível que haja estimulação adequada. Sendo assim ela poderá ter quantos orgasmos desejar. Existem algumas barreiras à multiplicidade do orgasmo, duas das quais são, as inibições e a falta de estimulação suficiente. Marido e mulher devem, a cada dia, se preocupar com o crescimento da qualidade do ato sexual. Há um texto em Cantares de Salomão que nos incentiva a tornar a experiência da sexualidade rica e prazerosa:

Eu sou do meu amado, e ele me tem afeição. Vem, ó amado meu, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas, vejamos se florescem as vides, se já aparecem as tenras uvas, se já brotam as romãzeiras; ali te darei os meus amores. As mandrágoras exalam o seu perfume, e às nossas portas há todo o gênero de excelentes frutos, novos e velhos; ó amado meu, eu os guardei para ti (Ct. 7:10-13).

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